terça-feira, 2 de outubro de 2012


Parte dos trabalhadores da construção da Petroquímica Suape cruza os braços


GREVE


Funcionários da Odebrecht reivindicam pagamento de adicional de periculosidade


Os funcionários da Odebrecht que atuam na construção da Petroquímica Suape estão de braços cruzados desde o início desta segunda-feira (1°). Eles reivindicam o pagamento de adicional de periculosidade de 30%, que é pago a trabalhadores de outras empreiteiras. Por outro lado, a empresa alega que o adicional é destinado apenas a operários que atuam em áreas energizadas do canteiro.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem no Estado de Pernambuco  (Sintepav-PE), Aldo Amaral, a greve só será encerrada após o compromisso da empresa em regularizar a situação. Está marcada uma assembleia para esta terça-feira (02).
Em nota, o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) disse considerar inoportuna a paralisação, pois o motivo não tem coerência, “uma vez que o laudo técnico-pericial elaborado por empresa contratada pelo Sintepav-PE, datado de 31 de maio de 2012 e que é parte integrante de um acordo no Processo de Dissídio, assinado entre as partes no dia 22 de junho, já vem sendo praticado na íntegra pelas empresas”.
A representação das empreiteiras ainda falou em um acordo que teria sido feito entre os sindicatos para que não houvesse mais greve até o fim do ano, desde que nenhuma negociação chegasse à exaustão. Com isso, o Sinicon entrou com dissídio coletivo de ilegalidade e abusividade da greve no Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6).   fonte blog do oge

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